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    Relatório final da Comissão Latino Americana sobre Drogas e Democracia
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    Após um ano de estudos, entrevistas, reuniões e debates, a Comissão Latino Americana sobre Drogas e Democracia publica seu relatório final, avaliando a atual Política de Drogas e seus impactos na Região. Desde o combate ao narcotráfico até as relações internacionais que permeiam o tema, passando pelos esforços para reduzir a produção, transporte e comércio de entorpecentes, este documento busca situar os países da América Latina no contexto do tráfico internacional de drogas, expondo falhas e acertos, e buscando indicar saídas para este flagelo.

    Leia o documento na íntegra clicando neste link


    A guerra perdida contra as drogas
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    Três ex-presidentes latino-americanos demandam uma nova estratégia para combater o tráfico de drogas e suas consequências de violência e corrupção

    ELPais.Com - Internacional - 26-03-2009

    Por José Miguel Larraya - Madrid

    Durante décadas, a violência na América Latina foi associada a insurreição armada e à repressão militar contra-revolucionária. Hoje, com ex-rebeldes ocupando escritórios do governo, outro fantasma tomou o palco: a violência armada ligada ao tráfico de drogas. A violência que alimenta um negócio multimilionário, o que estende a insegurança e o medo em cidades grandes e pequenas, drenando enormes recursos dos estados.

    E o pior: longe de definhar, se multiplica e ameaça a estabilidade dos governos. Três ex-presidentes latino-americanos – Fernando Henrique Cardoso, do Brasil; César Gaviria, da Colômbia e Ernesto Zedillo, do México, certificaram, em um documento abrangente, a derrota das forças da ordem em sua guerra contra as drogas. Isto não significa que tenham levantado a bandeira branca diante do crime organizado. Eles exigem uma nova estratégia política e de polícia, decorrente de um amplo debate social para o qual convocam todas as forças sociais do continente. E expõem os seus dados e argumentos no relatório “Drogas e Democracia: Rumo a uma Mudança de Paradigma”, preparado pela Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, composta por 17 proeminentes personalidades independentes. Eles exigem uma nova abordagem com menos ênfase na repressão e mais em políticas de saúde e educação. E inclui uma recomendação, a descriminalização da posse de maconha – o que por seu apelo midiático pode ofuscar uma reflexão mais profunda.

    Para ler o artigo na íntegra, em Espanhol, clique aqui


    Drogas: mesma rota e novos ventos
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    Por Andrea Domínguez, do Portal Comunidade Segura

    Apesar da ONU referendar sua política proibicionista de drogas, um grupo dissidente de 26 países liderados pela Alemanha anunciou que aplicará o conceito de “redução de danos” excluído da Declaração Política, o que expressa uma profunda divisão no interior da Comissão de Drogas.

    A reunião da Comissão de Narcóticos da ONU, onde estiveram presentes 52 governos para avaliar a política internacional de drogas vigente nos últimos 10 anos, evidenciou uma forte divisão entre os países que integram e deixou claro que obter um consenso neste fórum já não será mais um trâmite fácil como foi no passado.


    Como terminar a Guerra às Drogas
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    the-economist-capa2.jpgO proibicionismo falhou; a legalização é a solução menos pior

    Da revista The Economist (7 a 13 de Março, 2009)

    Cem anos atrás, um grupo de diplomatas se reuniu em Shanghai para o primeiríssimo esforço internacional para banir o comércio de um entorpecente. Em 26 de Fevereiro de 1909 eles concordaram em estabelecer a Comissão Internacional do Ópio – a poucas décadas após uma guerra entre a Grã-Bretanha e a China para que aquela impusesse seu “direito” de vender a droga. Desde então, muitas outras substâncias psicotrópicas foram proibidas. Em 1998 a Assembléia Geral da ONU engajou seus membros a buscar um “mundo livre de drogas” e a “eliminar ou reduzir significativamente” a produção de ópio, cocaína e maconha até 2008.

    Para ler o artigo na íntegra, em inglês, clique aqui


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